8. JESUS E OS DOIS CRIMINOSOS Lucas 23:32-43
CONTEXTO: No Império Romano, a crucificação era usada só para os piores dos crimes. Portanto, podemos assumir que estes dois homens eram criminosos profissionais - talvez tivessem matado por dinheiro. Messias (ou Cristo) era o título do rei, de quem os Judeus estavam à espera desde os tempos do Velho Testamento.
1. Uma pessoa que está sempre a magoar os outros, quer fisicamente quer com as suas palavras, consegue ser feliz?
Porque é que hoje em dia muitos jovens recorrem à violência e chegam mesmo a gostar de agredir os outros?
2. Pensa em várias razoes pelas quais estes dois homens começaram a recorrer à violência na sua juventude?
Quem é que poderia ter ajudado e feito parar estes dois homens, antes de ser demasiado tarde?
Consegues sempre mudar o teu comportamento, quando te dás conta que te estás a magoar a ti próprio e a magoar os outros?
3. Os dois criminosos puderam observar o comportamento de Jesus mais de perto do que ninguém. Quais das suas palavras ou ações podem tê-los surpreendido mais (34-38)?
Porque é que Jesus estava a defender, perante Deus, aqueles que o estavam a torturar (34)?
Conseguirias orar/rezar pelo teu pior inimigo: “ Deus, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (34)?
4. Encontra, a partir do texto, o que é que a multidão, os chefes Judaicos, os soldados Romanos e um dos criminosos estavam a gritar a Jesus (34-39)?
Quais os motivos pelos quais estas pessoas estavam a troçar e a zombar de Jesus (35-39)?
Porque é que nenhum amigo de Jesus veio apoiá-lo ou em sua defesa?
O que é que terias feito ou dito se estivesses lá ao pé da cruz?
5. O que é que fez com que um dos criminosos se apercebesse que Jesus era um rei e que tinha o seu próprio reino (37-38, 42)?
Compara Jesus na cruz com outros reis deste mundo. Quais são as diferenças mais surpreendentes entre eles?
O que é que fez com que um destes homens se apercebesse que Jesus não era somente um rei, mas que era também Deus (40-41)?
6. A maior parte dos criminosos nunca admitem a sua culpa ou que fizeram algo de errado. Então, porque é que um dos criminosos reconheceu/admitiu que a pena capital era o castigo adequado aos seus crimes (41)?
Mesmo nesta situação, porque é que o outro criminoso não admitiu a sua culpa?
Qual destes dois criminosos compreendes melhor: o que reconheceu a sua culpa ou aquele que rejeitou a sua?
7. O versículo 42 contem uma súplica muito pequena: “Lembra-te de mim!” Porque é que é tão importante para nós, seres humanos, que as pessoas que nós amamos se lembrem do nosso sofrimento?
Porque é que este criminoso não perguntou diretamente se seria permitida a sua entrada no reino de Jesus?
8. O que é que este criminoso deve ter pensado enquanto ouvia a resposta que Jesus lhe dava (43)?
Porque é que Jesus deixou entrar no Paraíso (ou céu) um assassino?
Na tua opinião, quando é que o criminoso começou a acreditar em Jesus? Menciona o versículo.
9. Imagina as últimas horas do criminoso, que se tinha tornado crente em Jesus. Estaria feliz ou infeliz durante essas horas?
Talvez a mãe, a mulher ou um filho/a do ex-criminoso estivesse presente no local. Que tipo de memórias teria a sua família dele?
Que tipo de testemunho deixou este homem às futuras gerações, que leram sobre ele na Bíblia?
10.
PERGUNTA DE BOAS NOVAS: Os portões do Paraíso estavam abertos para o criminoso, mas por sua vez Jesus teve que entrar pelas portas do inferno. Suplicarias o mesmo que o criminoso: “Jesus, lembra-te de mim!”? Se sim, Jesus dar-te-ia a mesma resposta: “ Garanto-te que hoje estarás comigo no paraíso”. (Podes responder do fundo do teu coração)
(para todos responderem): Qual foi a coisa mais importante que aprendeste nesta lição?
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